Não são meus dedos que acariciam sua pele, é ela que os deleita e devora. Põe neles arrepios que, a partir daí, percorrem todo o corpo, vadios e livres a suspender os pêlos, abrindo passagem. É como se, mãos em concha, eu tivesse bebendo o último gole d'água, raro e valioso.