Eram de nojo: a palavra desacompanhada e o gesto involuntário. Era um corpo nauseando outro corpo, era meu corpo nauseando outro corpo. E era a solidão absoluta, a solidão absoluta. O rato, Clarice, eu era o rato morto da Avenida Copacabana. Agora, só queria mesmo era aprender como um corpo assim tão nauseante perdoa a si mesmo.
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