Haverá dias em que o melhor de mim não será suficiente. Haverá dias em que o melhor de mim não aliviará sua dor. Terei eu, assim, de me acostumar às impotências, às impossibilidades. E também às marcas que não deixei, todas de alguma forma indeléveis. Não vou aqui negar meu medo e meu ciúme, irracionais, infantis, humanos. Vou, sim, dizer que, ainda assim, te seguirei lado a lado com o maior dos sorrisos e o melhor do amor. Porque é o que quero, porque é o que me faz feliz.
terça-feira, 30 de junho de 2009
domingo, 21 de junho de 2009
Que o nosso medo seja uma lembrança da fragilidade escondida, mas que nunca nos tome a rédea. Que a gente se apavore ao olhar o sem chão das possibilidades incertas e mesmo assim ache coragem pra pular. Mesmo sem saber no que vai dar, mesmo sem saber em que cicatrizes ou em que doçuras. E não é que eu não saiba do seu medo. Eu sei, eu sei. Sei do peito apertado, do ar rarefeito, da dor da possibilidade. Sei tanto assim porque ele também é meu, também percorre essa alma de cá. Mas há uma coisa maior que me tranquiliza no meio do redomoinho. Uma fé, uma sensação, uma certeza de que nosso encontro é encontro e é raro: tem raiz ,tem pronfundeza, tem chão. Uma fé, uma sensação, uma certeza de que eu vou ligar e o amor ainda estará aí.
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Sim, não há garantias. Mesmo sendo apenas iniciadas nisso de existir, já sabemos bem que o próximo instante é sempre do acaso. Mas, sabe, meu bem, não é de garantias que estou falando quando digo da certeza. É de uma sensação, é de um sentimento. Da plenitude que toma meu corpo, meus sentidos, quando te vejo rosto misturado ao meu. Aí, me vem uma certeza-sensação de que encontrei o que procurava e mais, muito mais. Uma certeza-sensação de sorte na vida, de benção, de alegria. Um gosto bom.
Eu também tenho medo. Às vezes, até pavor. Medo de que a vida te leve, de que você se leve. Mas quando me faço assim apavorada, penso logo que apenas duas são causas justas para o fim: o desamor e a deslealdade. Do contrário, meu bem, não pense nunca em ir embora. Do contrário, continue aqui, mãos dadas, alma entregue, que a gente enfrenta os obstáculos, as dores, os medos, os dias ruins, as crises, as dúvidas, as instabilidades, o acaso. Porque haverá obstáculos e dores e medos e dias ruins e crises e dúvidas e instabilidades e acaso. Contanto que haja o amor e a lealdade, meu amor, meu amor, eu não arredarei pé da honra que é ser sua menina.
Eu também tenho medo. Às vezes, até pavor. Medo de que a vida te leve, de que você se leve. Mas quando me faço assim apavorada, penso logo que apenas duas são causas justas para o fim: o desamor e a deslealdade. Do contrário, meu bem, não pense nunca em ir embora. Do contrário, continue aqui, mãos dadas, alma entregue, que a gente enfrenta os obstáculos, as dores, os medos, os dias ruins, as crises, as dúvidas, as instabilidades, o acaso. Porque haverá obstáculos e dores e medos e dias ruins e crises e dúvidas e instabilidades e acaso. Contanto que haja o amor e a lealdade, meu amor, meu amor, eu não arredarei pé da honra que é ser sua menina.
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