domingo, 12 de abril de 2009

De repente tudo fez um sentido sem palavras, um sentido que se apreende com o corpo e a alma entregues. Meu amor, minha flor, minha menina*...E quando pensei não ser mais possível, você trouxe de volta a vida e esse sereno alegre de verão.

*Zeca Baleiro

sábado, 11 de abril de 2009

Então vem, amor, vem. Vem, que os sorrisos são todos seus e as músicas eu prometo colher, fresquinhas, no pé. Vem e deita aqui o corpo, o sono, a alma, o cansaço, as alegrias: eu quero tudo. Vem e deixa eu te fazer confessar os recônditos, o escondido, o guardado a sete chaves. Deixa eu arrancar sua roupa e também seus muros. Vem que o encontro é nosso e a vida está em festa!

Mãos dadas na tarde mais cotidiana, beijo de língua e de alma no mar nublado e depois a chuva pra lavar as gargalhadas, uma frase safada no ouvido desavisado e, pronto, era a vida, ela e ela.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Já aviso de antemão, essa é uma carta de clichês e muito açúcar. Cheia das borboletas no estômago e dos arrepios sem aviso. É uma carta pra dizer que, hoje, acordei com um gosto bom na alma, acordei com você fazendo rodopios, estripulias, me percorrendo o espírito. Sabe, tem alguma coisa no seu silêncio, um perfume, alguma coisa que voa, que é livre. Às vezes sinto que ela pousa, assim entregue, no meu colo e, então, é o que de mais lindo se pode ver. Depois alça vôo, feito bicho de asas que é. Mas eu não reclamo, é assim que tem que ser. Pelo contrário, acho mesmo bonito, digno, certo: "seu gosto é bem do jeito que eu gosto". Sendo assim, põe Chico na vitrola e vem dançar!