Pra quando você precisar falar, guardo aqui minha atenção. Pra quando a gente se encontrar, meus braços abertos. As mãos pra colher-lhe as lágrimas. Os lábios pra acalantar o corpo. Pra você, menina, guardo aqui amor e morangos.
domingo, 9 de agosto de 2009
domingo, 26 de julho de 2009
sábado, 11 de julho de 2009
Pra quando o mundo estiver aos pedaços, desarrumado e dilacerado, pra quando a alma estiver pequena, pisoteada e exausta, guardo nos olhos seu rosto assim perto do meu. E nem mesmo preciso de esforço pra guardar-lhe os detalhes, os míninos, todos. Eles simplesmente se instalam, põem-se a si mesmos na memória, indeléveis e claros, brilhantes, límpidos. Inevitáveis como o suspiro de alívio de quando, enfim, te vejo outra vez.
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