Consumida, havia chegado a hora de desistir e desabar.Com ela só uma nesga de respiração e uma frase de Clarice: “ na mão frouxa tudo cabe”.
Hoje atravessarei hoje agarrada à chuva e a uma canção de ninar, recolhendo os medos para, quem sabe, enfrentá-los quando o chão secar e a música se puser.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Tinha esse fascínio por praia em dia de chuva. A água sobre água trazia-lhe ao corpo uma sensação que, imaginava ela, seria a mesma que sentiria quando fosse tocada pela primeira vez por uma mulher.
Eu tenho tanto medo, de tudo: meu corpo poltrão sempre pronto pra correr.