Não são meus dedos que acariciam sua pele, é ela que os deleita e devora. Põe neles arrepios que, a partir daí, percorrem todo o corpo, vadios e livres a suspender os pêlos, abrindo passagem. É como se, mãos em concha, eu tivesse bebendo o último gole d'água, raro e valioso.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
domingo, 13 de setembro de 2009
Eu sei que palavra não aliviará o redemoinho de dentro, a tristeza espremendo o peito. Não dissolverá o que fica na graganta, a meio caminho, tornando o ar quase raro. Talvez o tempo, só o tempo. Talvez um abraço, um colo. Era o que eu queria te dar agora e a distância física não permite. E, não podendo, te dou palavras mesmo, umas que avisem dos meus braços a sua espera, do amor que é seu.
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