sexta-feira, 24 de abril de 2009

Hoje, fiz, malina, pequena traquinagem: passei longo minuto me olhando no espelho. Procurando o que te agrada, o que tanto te agrada. E por que não, já que estava ali, por que não o que tanto poderia me agradar?E, sabe, encontrei mesmo um sorriso. Mas um que só você pode acordar. Uma alegria que é sem nome, que é mais do que alegria, mais do que paixão, mais do que amor, talvez tudo junto, talvez mais do que tudo junto. Também um pouco de medo. Medo de sufocá-la com essa minha carência quase ancestral. Medo da fraqueza que, distraída, tira dos bolsos algemas, quando o que eu quero te dar é saia rodada ao vento. Liberdade, menina, liberdade. Ah, meu bem, meu bem, é que eu te amo tanto e tão buarquemente!

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