segunda-feira, 13 de abril de 2009

Minhas intenções são mesmo as terceiras: quero pôr, na boca, sua alma coberta de silêncio e, nas mãos, seu corpo repleto de esquinas. Quero ficar assim, olhando o movimento, prestando atenção no que te agrada. Quero dizer as bobagens todas, as juras todas e te aconchegar quando o dia for ruim e estourar poesias quando for de pura alegria. Menina, que nos aceitemos da única maneira válida: livres, libertas, libertárias. Pagãs! Despidas não só das roupas, mas dos conceitos todos. E, ah, meu amor, cheias, cheias dos sentidos!

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