Como se tivesse saído do meu pensamento, da minha saudade, ela surgiu, linda, linda, daquela tarde, daquela tarde que parecia até perdida.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
domingo, 26 de abril de 2009
E por mais palavras que ache, por mais bonitas que elas sejam, por mais significados que tenham, meu bem, meu bem, não há palavras. Mesmo quando digo que meu amor é amor e é tanto e é vasto e tem gosto do que vai durar, é mais que isso, é muito mais que isso. Às vezes até eu queria que você entrasse em mim, pra que pudesse ver...pra que pudesse ver que é tão mais, tão mais que tudo isso.Mais, muito mais, do que se pode dizer com alfabetos. Menina, minha menina, eu sei que são muitos os clichês, eu sei. Mas,olha, eles são todos sinceros. Só mentem quando não dizem do que não pode ser dito, do que fica no ar, na alegria do meu sorriso quando te vê, no sentido que faz meu corpo quando te toca.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Hoje, fiz, malina, pequena traquinagem: passei longo minuto me olhando no espelho. Procurando o que te agrada, o que tanto te agrada. E por que não, já que estava ali, por que não o que tanto poderia me agradar?E, sabe, encontrei mesmo um sorriso. Mas um que só você pode acordar. Uma alegria que é sem nome, que é mais do que alegria, mais do que paixão, mais do que amor, talvez tudo junto, talvez mais do que tudo junto. Também um pouco de medo. Medo de sufocá-la com essa minha carência quase ancestral. Medo da fraqueza que, distraída, tira dos bolsos algemas, quando o que eu quero te dar é saia rodada ao vento. Liberdade, menina, liberdade. Ah, meu bem, meu bem, é que eu te amo tanto e tão buarquemente!
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