hoje está uma tarde estranha, um sol estranho. alguma coisa. um cheiro de café novo. um silêncio de desespero, tenso, denso. o relógio. o relógio não chega a correr, mas acelera. tic tic tic...sem tac. como sendo só o que resta, eu espero. alguma coisa. ai, deus, não brinca assim de suspense comigo. não sopra esse vento tão sabendo por onde anda, tão gente. não organiza assim essa música, que meus pêlos se assustam fácil. os músculos em posição. assim que o primeiro vidro se quebrar...
são inevitáveis dias como esses, apesar de serem, como você mesma disse, 'estranhos', com 'alguma coisa'.
ResponderExcluirnada mais angustiante que o suspense, porque ele leva à incerteza.
mas o fim pode ser muito bom também e aí, depois, o que passou perde em importância, em preocupação.
mas, mais incrível ainda é a forma impecável como você soube descrevê-los.
viu como estou sempre passando por aqui? =)
ResponderExcluirbeijo.
acho que agora eu que tou com vergonha.
ResponderExcluirhahaha. =P