terça-feira, 7 de abril de 2009

Já aviso de antemão, essa é uma carta de clichês e muito açúcar. Cheia das borboletas no estômago e dos arrepios sem aviso. É uma carta pra dizer que, hoje, acordei com um gosto bom na alma, acordei com você fazendo rodopios, estripulias, me percorrendo o espírito. Sabe, tem alguma coisa no seu silêncio, um perfume, alguma coisa que voa, que é livre. Às vezes sinto que ela pousa, assim entregue, no meu colo e, então, é o que de mais lindo se pode ver. Depois alça vôo, feito bicho de asas que é. Mas eu não reclamo, é assim que tem que ser. Pelo contrário, acho mesmo bonito, digno, certo: "seu gosto é bem do jeito que eu gosto". Sendo assim, põe Chico na vitrola e vem dançar!

2 comentários:

  1. apesar da relutância da autora em querer concordar comigo, devo exteriorizar meu juízo positivo sobre o texto (na verdade, sobre a obra. essa palavra cai bem melhor).

    simples, delicado e com significado.

    diga-me, sinceramente, pra quê mais?

    beijo.

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  2. e é o que vale ;]

    gostei do teu blog ok?
    um abraço.

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